terça-feira, 22 de janeiro de 2008

mães não deviam morrer

Quero confessar:
eu tenho inveja de Drummond.
Ele pensou nas mães e viu que era bom:
mãe definitivamente não devia morrer.
Quero ser velho no colo quentinho da mãe também velhinha.
Faço oração a Deus e peço a redenção das mães.

Mães não deviam morrer nunca.

8 comentários:

eduardo disse...

lenise adorei seu comentario e concordo com vc.acho que as mães naum deviam morrer.eu amo muito a minha mãe,e a s vezes fico trite so de pensar que ela vai partir de uma dessa para melhor.
um otimo texto.
parabens

iana disse...
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iana disse...
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iana disse...

Lenise hoje eu resolvi olhar seu blog e... adorei!
Eu também concordo com você que mãe não deveria morrer, eu já perdi a minha e sei a falta que faz.
E como esta, todas suas poesias são lindas!
Ah! Te add lá no orkut!

Beijão.

ZELUIZ disse...

Pois então, Lenise! Passeando pelo seu blog e vendo sua inveja do Drummond, lembrei-me muitíssimo da dona Leide...
A minha mãe - de 5 filhos - morrerá um dia, eu sei, mas como você e ele, acho que as mães não deveriam mesmo morrer.
Quanto à sua mãe, quero que saiba, foi mãe demais... de muitos e muitas, intensamente! Ela tinha, como poucas, esta vocação de, ao não parir mais, abraçar o magistério; uma forma maluca de se encher de filhos e filhas.
Quero crer que ela esteja muito bem. Ao reclamarmos sua falta, não é por puro egoísmo filial; é uma forma de celebrar sua memória e chorarmos a falta de mães assim no mundo.
Fazer o que, se temos esta saudade imensa?
Um consolo: quando mães como dona Leide nascem, um anjo de alta estirpe, desses que moram na Luz, diz: Vai, filha! ser mãe na vida.
Um grande abraço.

http://professorzeluiz.blogspot.com

Karina disse...

Você é sempre maravilhosa e quando escreve é perfeita!!!
Perdi minha mãe e sei o quanto faz falta o colo quentinho desse ser insubstituível.
Amo o seu lirismo!
Grande saudade!

Anna Carolina disse...

Bem, como todos aqui concordo com você professora.
Eu não conheci sua mãe, mas se ela foi como o amigo 'Zé Luiz diz, você realmente puxou um pouco do lado maternal da tua mãe. Agradeço a Deus pela mãe que tenho.. mas, no ano que vem vou lamentar perder você minha mãe das letras (que a dona Preta não me ouça!).

No canto do olhar disse...

Carol, queridíssima.
Lindo seu carinho. Vamos compartilhando nossas emoções vida afora, isto é o que importa.
Volte sempre, minha flor!